Já parou para pensar por que o samba é tão contagiante? Ele tem um ritmo que não só nos convida a sambar no pé, mas que também mexe com algo profundo e primal dentro de nós. Uma batida que ressoa, que faz o corpo querer se mover e o coração vibrar.
E se eu te disser que a neurociência da comunicação pode explicar exatamente por que isso acontece, e como a Comunicação que Faz Sentido (CFS) da La Gracia funciona de uma forma muito parecida? Ela não apenas transmite uma mensagem; ela ativa seu cérebro, gerando uma verdadeira “folia” de bem-estar, conexão e compreensão.

Na La Gracia, entendemos que comunicar não é um ato mecânico de repassar informações. Quando a comunicação é fragmentada, técnica demais, ou não ressoa com a realidade do outro, o cérebro entra em modo de defesa:
Nós acreditamos que o objetivo é fazer o outro, seja um cliente, um colega ou um liderado, exclamar com a mente e o coração: “NOSSA, ENTENDI. AGORA FEZ SENTIDO!”
E quando algo “faz sentido”, quando a mensagem encontra o seu verdadeiro propósito e ressoa com o receptor, a neurociência da comunicação nos mostra que uma orquestra de reações neuroquímicas toma conta do cérebro, impulsionando o engajamento e a ação:
Em resumo, a nossa metodologia CFS – Comunicação que Faz Sentido, é mais que eficiente, ela é profundamente afetiva. Ela não te deixa apenas na plateia; ela te tira para dançar no meio do salão, envolvido, conectado e vibrando. É o “samba no pé” da sua comunicação, que transforma relações e gera resultados de um jeito leve, gostoso e divertido, sem nunca abrir mão da profundidade que a transformação exige.
O impacto dessa comunicação que toca o cérebro e o coração é visível em nossos projetos:
Na Coca-Cola FEMSA, o desafio era capacitar multiplicadores a criar um ambiente de aprendizado onde a conexão e a vulnerabilidade fossem portas de entrada para o conhecimento. Um participante percebeu a profundidade da CFS em ação:
“Quando compartilhamos uma dor conectada com as pessoas, elas se reconhecem na vulnerabilidade e se soltam, se conectam!”
Isso é a neurociência da comunicação ativando a empatia e a conexão profunda, onde a segurança psicológica permite a liberação de dopamina e a redução do cortisol.
Na MSD, capacitamos gerentes a aprimorarem suas apresentações, e um deles compreendeu que “Fale menos e pergunte mais. É muito sobre ouvir o que interessa pro outro e responder de acordo com o que vem.” A escuta ativa e a personalização da mensagem – pilares fundamentais da CFS – são o que realmente fazem a diferença, mostrando que o caminho para o cérebro passa pela percepção do outro. Isso engaja o córtex pré-frontal e ativa o sistema límbico, gerando a tal satisfação de que a neurociência da comunicação tanto fala.
Que tal ativar essa composição cerebral em sua equipe e harmonizar as relações? A neurociência da comunicação está a seu favor.
Descubra como a Comunicação que Faz Sentido (CFS) pode trazer mais ritmo, engajamento e resultados para a sua empresa. Clique aqui para saber mais sobre nossa metodologia e como podemos fazer sua comunicação “sambar” com propósito!
Graciosamente, Cami 💛
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para que elas mesmas possam construir ambientes mais saudáveis de se viver.
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